Agentes de código escrevem Apex rápido, mas não sabem quem vai executar o código, com quais permissões e com quanto volume. Num repositório público e numa org pessoal, mostro onde o agente errou com confiança e os três portões que uso para conter isso: regras do projeto, hooks que bloqueiam ações perigosas e um pipeline com análise estática, testes por persona restrita e revisão humana. O método vale para qualquer agente de código.
Agentes de código já escrevem boa parte do Apex em muitos times. Eles escrevem rápido, mas não sabem quem vai executar o código, com quais permissões nem com quanto volume. O resultado é um tipo novo de erro: código que compila, passa no teste e vaza dado em produção, ou que funciona com um registro e cai com duzentos.
Esta palestra mostra um método que construí e testei num laboratório público (repositório apex-agent-gates, licença Apache-2.0) e numa org Developer Edition pessoal, sem código nem dado de cliente. Os exemplos usam Claude Code; o método vale para Agentforce Vibes, Cursor ou qualquer outro agente com acesso ao terminal.
Roteiro (45 minutos, com perguntas):
Tudo que aparece na tela fica público depois da sessão: classes, regras, hooks, pipeline e o protocolo do laboratório, para quem quiser reproduzir.
Have a question for the speaker? Bring it to the session — there’s time for Q&A — or find them in the hallway afterwards.
This session happens live. Be in the room.
November 12 & 13, 2026 · São Paulo
Tickets: R$150 · one day · R$250 · both days— current release until October 11